Capa: Nintendo processa governo dos EUA por tarifas que afetaram o Switch 2

Nintendo processa governo dos EUA por tarifas que afetaram o Switch 2

A Nintendo entrou com uma ação contra o governo dos Estados Unidos contestando tarifas de importação que afetaram diretamente seus negócios, incluindo o lançamento do Switch 2. A empresa busca o reembolso das taxas já pagas, consideradas ilegais.

Nintendo processa governo dos Estados Unidos

A Nintendo decidiu entrar com uma ação judicial contra o governo dos Estados Unidos devido às tarifas de importação impostas durante o governo de Donald Trump.

Segundo informações obtidas pelo site Aftermath, a empresa abriu um processo na Corte Internacional de Comércio dos EUA, alegando que as sobretaxas aplicadas sobre produtos importados são ilegais.


Tarifas impactaram diretamente o Switch 2

As tarifas acabaram afetando os planos de várias empresas do setor de tecnologia e videogames, incluindo a própria Nintendo.

O impacto teria sido sentido especialmente na produção e no planejamento de lançamento do Nintendo Switch 2, já que muitos componentes e produtos são importados.


Empresa quer reembolso das taxas

Com a ação judicial, a Nintendo busca recuperar o dinheiro já pago em tarifas.

De acordo com os advogados da companhia, as taxas consideradas ilegais geraram uma arrecadação superior a US$ 200 bilhões em importações vindas de diversos países.

Segundo o argumento da empresa, essas tarifas prejudicaram a competitividade das companhias no mercado global.


Suprema Corte já derrubou as tarifas

Recentemente, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou essas tarifas no dia 20 de fevereiro.

No entanto, Donald Trump ainda pretende aplicar novas tarifas de 15% sobre importações globais, utilizando a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.


Nintendo não revelou mais detalhes

Até o momento, a Nintendo confirmou apenas que entrou com a ação judicial contra o governo americano, mas não divulgou detalhes adicionais sobre o processo.

A expectativa agora é que o caso avance nos tribunais nos próximos meses.


Fonte: Aftermath

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